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Seac-PA inaugura nova sede com debate

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Na última sexta, 6 de novembro, o Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis, Trabalho Temporário, Limpeza e Conservação Ambiental do Estado do Pará (Seac-Pa) inaugurou sua nova sede, que, há três anos, saiu de um prédio compartilhado com outros sindicatos para um ambiente exclusivo e totalmente planejado para atender às demandas da entidade e de seus associados.

A nova casa do Sindicato abriga todo o setor administrativo, mas também dispõe de auditório para 40 pessoas, sala de reunião, Espaço Gourmet para confraternizações e Sala do Empresário, um local refrigerado com todo sistema multimídia e internet para uso de qualquer associado ao Sindicato sem custo, com uso mediante agendamento prévio.

A conquista foi muito comemorada pelo presidente do Seac-Pa, Alcir Campelo. “Esta nova sede é uma conquista do Sindicato e espera contribuir para o trabalho dos nossos associados. É um espaço para acolher os empresários que têm uma participação efetiva dentro desta casa”, comemora.

A inauguração foi marcada pela realização do “I Fórum de Inclusão Profissional de Pessoas com Deficiência e Menores Aprendizes”, uma forma de debater a nova Lei de Cotas que determina que empresas com quadro acima de 100 empregados têm que reservar para pessoas com deficiência ou reabilitadas, um tema ainda envolto em muita falta de informação e preconceito. O Fórum contou com a palestra do desembargador do Tribunal Regional do Trabalho 8ª Região, Vicente Malheiros, e teve como debatedor o superintendente do Seac-RJ, José de Alencar Leite Magalhães. Também estiveram presentes o procurador do Ministério Público do Trabalho, Sandoval Alves da Silva; Rogério Vinas, representante  da Superintendência Regional do Trabalho, e o secretário geral da Federação Nacional das Empresas de Serviços e Limpeza Ambiental (Febrac) e presidente do Seac-MG, Renato Fortuna.

O evento foi um ponto de encontro para os setores público e privado analisarem o tema, conhecerem experiências práticas e inovadoras quanto à inclusão social, esclarecendo dúvidas, expondo dificuldades e facilitando a implementação nas empresas ligadas ao Seac-Pa.

“Os magistrados precisam conhecer todos os lados, todos os entendimentos sobre o assunto que estão trabalhando para que possam chegar a uma conclusão mais justa. Este Fórum foi muito importante por isso, porque aqui vamos entender as dificuldades para se colocar a lei em prática”, analisou o palestrante. As novas instalações do prédio também foram elogiadas por ele. “Não conheço auditório tão aconchegante e confortável como este do Sindicato. O Seac-Pa está de parabéns por reunir qualidade e conforto”, elogiou Malheiros.

O debatedor do Fórum, o superintendente do Seac-RJ, José de Alencar Leite Magalhães, lembrou que é preciso ter muito cuidado na inserção de pessoas com deficiência e menores aprendizes, já que o Seac trabalha com empresas tercerizáveis. “Nosso Sindicato presta serviço a outras empresas, assim precisamos ter cautela na inserção de pessoas com deficiência já que muitas das empresas para as quais trabalhamos não atendem às normas de acessibilidade”, alerta.

“A lei está em vigor, mas é muito difícil para as empresas colocarem em prática, porque falta a mão de obra especializada, já que, para manusear um equipamento de limpeza ou produtos químicos, mesmo os mais leves, é preciso de conhecimento. O Senac, por exemplo, oferece diversos cursos do setor de serviços, ao qual estamos vinculados, mas nada na área de limpeza e conservação. Agora, a lei tomou força e o seu cumprimento está sendo fiscalizado com mais rigor pelo Ministério Público do Trabalho e Procuradoria do Trabalho e esta é uma dificuldade enfrentada em todo o Brasil. Por isso, nosso objetivo com o Fórum é expor as dificuldades do setor empresarial, ouvir os órgãos e buscar um entendimento mais amplo sobre a situação”, detalha Alcir Campelo.

E a preocupação não é à toa. Segundo maior empregador de mão-de-obra no país, só no Pará o setor de asseio e conservação gera 25 mil postos de trabalho, destes, 15 mil na Região Metropolitana de Belém. Neste universo, nem sempre é respeitado o cumprimento da Lei das Cotas. “As empresas receberam três anos para se adaptar e os desafios enfrentados por essas empresas são parte da justificativa para a realização deste fórum”, explica Wladinaldo Cardoso, diretor executivo do Seac-Pa.

 


Fonte: Seac-PA
 

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